O Princípio das Dores - Por Djonathan Giordani

2008-11-22 14:35

Cristãos do mundo inteiro esperam o cumprimento da promessa acerca da volta de Jesus Cristo. Os sinais fazem crer na proximidade do retorno do Salvador. Fome, guerras, homicídios, epidemias, desastres naturais: os acontecimentos atuais anunciam o cumprimento das profecias bíblicas. O próprio Jesus expôs os fatos que antecederiam sua vinda. No capitulo 24 do evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus há um alerta sobre a proximidade da consumação dos séculos. Analisando os acontecimentos modernos e a profecia contida nesta passagem, a evidência da volta de Jesus é incontestável e está mais próxima. Muitos corações já esfriaram e a iniqüidade é crescente, mas a igreja do Senhor permanece vigilante à espera do seu noivo. As dores anunciam a vinda do Filho do Homem. O Messias não trará o fim, mas um novo começo.

Em resposta à interrogação dos discípulos sobre seu retorno a terra, Jesus Cristo proferiu as palavras contidas no evangelho de Mateus, capítulo 24, versículos 5 a 14. Ele declarou que sua vinda seria precedida de sinais, que apontariam para os dias finais. Jesus relata os sinais que marcarão os últimos dias: os falsos profetas (vv. 5,11), guerras e rumores de guerras (v. 6), fome, pestes e terremotos (v. 7), perseguição (v.9), iniqüidade (v. 10) e falta de amor (v. 12):

Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores. Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicara a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim. (Mateus 24.5-14)

As palavras do Messias no sermão do Monte das Oliveiras foram dirigidas aos seus discípulos e a todo povo de Deus, e devem ser guardadas até o fim dos tempos. Estar ciente das predições tratadas neste versículo trará uma nova perspectiva sobre a transformação radical que o mundo está sofrendo e preparará as pessoas para as mudanças cataclísmicas que estão por vir. Cada evidência da proximidade deve ser tratada de maneira individual, mesmo sabendo que todas fazem parte de um grande elo, que levará a um único caminho: o retorno do Filho de Deus.

O estudo da Palavra de Deus mostra que o Senhor deixou um grande número de informações a respeito da volta de seu Filho. São sinais que fazem crer na proximidade do retorno do Salvador.

A seguir, os versículos 5 a 14 de Mateus 24 são explorados por meio de comparações com fatos contemporâneos, de modo a confirmar a hipótese de que a volta de Jesus está próxima.

Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. (Mateus 24.5, 11)

Cristo declara que durante os últimos dias desta era, o engano religioso será volumoso na terra. Note-se que as primeiras palavras que Cristo dirigiu aos discípulos a respeito do tempo do fim foram: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane” (v.4). É do maior interesse de Cristo que seus seguidores se acautelem do engano religioso que se alastrará em todo o mundo nos últimos dias. Para salientar esse perigo para os crentes desta época, Cristo repete a advertência duas vezes, no sermão do Monte das Oliveiras.

A Bíblia é clara quanto ao cuidado que os cristãos devem ter em relação aos falsos profetas: “Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos” (Marcos 13.22).

Em nenhum outro tempo houve tantos falsos profetas, falsos cristos, como há atualmente. Homens que se dizem iluminados, assegurando até mesmo serem a encarnação de Cristo. Estes falsos profetas e falsos cristos estão relacionados com as falsas religiões que estão tomando conta do mundo. O fortalecimento de muitas seitas e até mesmo o aparecimento de novas é visível e incontestável.

Vale citar as Testemunhas de Jeová, os Mórmons, o Espiritismo, Seicho-No-Iê, Maçonaria e Logosofia, como seitas que a cada dia estão ganhando novos adeptos, dentre os quais muitos artistas, jornalistas, políticos, empresários, enfim, pessoas de grande influência acabam virando “garotos propaganda” destas seitas, influenciando assim seu crescimento.

Quando Jesus fala do surgimento de falsos profetas, Ele faz um alerta para o grande sinal que antecede sua vinda.  Uma das provas de que Ele está por vir é a apostasia final em que o mundo vive: o afastamento da sã doutrina e a negação da fé.

O apóstolo Paulo enfatiza que nos “últimos tempos”, ou seja, no fim da dispensação da graça (Efésios 3.2), o povo se desviaria da simplicidade da fé para dar ouvido a espíritos enganadores (falsos profetas). Os acontecimentos não deixam dúvidas sobre a veracidade desta profecia.

E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai e não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. (Mateus 24.6)

Nos dezenove séculos anteriores ao século XX, as guerras acabaram com a vida de 40 milhões de seres humanos. No século XX, foram desenvolvidas avançadas técnicas de genocídio eliminando 110 milhões de pessoas durante o regime nazista. Nele ocorreram as duas primeiras guerras mundiais da história, que deixaram um total de 70 milhões de mortos, feridos e desaparecidos. A crescente tensão que agora existe entre os povos só pode significar uma coisa: caminhamos para um grande conflito. O sonho de paz e segurança se tornou um pesadelo de terror.

A tecnologia atômica atual revela a possibilidade de destruir o mundo inteiro em menos de uma hora. O cenário apocalíptico em todas as áreas se delineia de maneira cada vez mais evidente e torna-se mais provável.

 Citando Eric Hobsbawm, “este foi sem dúvida nenhuma o século mais homicida de que se tem registro, pelas proporções, freqüência e duração das guerras que o preencheram”. Haiti, Timor Leste, Afeganistão, Iraque, Israel, Líbano, Coréia do Norte, Japão e inúmeros países da África estão em constantes guerras civis.

O sangrento fim do século passado anuncia o cumprimento das profecias bíblicas, trazendo à tona o alarmante fato do retorno do Messias. 

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. (Mateus 24.7)     

A fome é uma das maiores preocupações do mundo. No tempo de Jesus existiam aproximadamente 120 milhões de pessoas vivendo na terra, hoje, só a população do Brasil ultrapassa este índice. O número de pessoas expostas ao flagelo da fome no mundo é o maior registrado na história. São 840 milhões de pessoas que padecem de subnutrição crônica, dentre elas 200 milhões de crianças menores de cinco anos sofrem de deficiência aguda e crônica devido à falta de proteínas.

É correto afirmar que a produção de alimentos aumentou em comparação a o crescimento populacional nas últimas três décadas. No entanto somente uma em cada cinco pessoas tem acesso ao mínimo necessário para satisfazer suas necessidades alimentícias, segundo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Há mais de 1 bilhão de pessoas em situação de pobreza no mundo, 25% dos quais na América Latina e no Caribe.

Assim como a fome, as doenças também se proliferam de maneira surpreendente. A cada dia surgem aproximadamente duas novas doenças ou males. Doenças consideradas erradicadas, como a meningite, a tuberculose e a pneumonia estão se tornando incontroláveis. A comunidade científica americana chega a ponto de mencionar uma catástrofe médica.

O vírus do HIV continua infectando pessoas em todo o mundo. Estima-se que 4,3 milhões de pessoas são infectadas anualmente, sendo que em 2006 foram 25 milhões as mortes em decorrência da doença. No Brasil cerca de 620.000 pessoas viviam com HIV em 2005, um terço do total de pessoas infectadas pelo vírus na América Latina. O número de mulheres vivendo com o HIV cresceu em todas as regiões do mundo nos últimos dois anos. O aumento mais considerável deu-se no leste asiático (56%), seguido da Europa do Leste e da Ásia Central (48%). A ONU (Organização das Nações Unidas) chama atenção para o crescimento dos casos de AIDS nos países subdesenvolvidos, pois cerca de 60% de soropositivos vivem na África. Estes dados provam que as pestes e a fome caminham de mãos dadas, levando a humanidade ao mesmo destino.

“De todo será quebrantada a terra, de todo se romperá e de todo se moverá a terra” (Isaias 24.19): grandes tremores de terra são sentidos em todo território mundial.  No Chile, em 22 de maio de 1960, houve o maior terremoto registrado em todos os tempos, que alcançou 9.5 pontos na Escala Richter (escala que mede intensidade de abalos), o que o tornou o mais forte da história da humanidade. Em  26 de dezembro de 2004, milhares de asiáticos foram surpreendidos por um terremoto seguido por ondas gigantes, conhecidas como tsunamis, que causaram um cenário de destruição total em diversas cidades litorâneas. O número de abalos vem aumentando: entre os anos de 1950 e 1991 foram 93 os terremotos de maior porte (quase três vezes mais que na primeira metade do século).

Todo mês é anunciado algum terremoto significativo, prova disso é o terremoto de 7,7 graus na Escala Richter ocorrido no Chile no dia 15 de Novembro de 2007, mês de conclusão deste artigo. Calcula-se que ocorram anualmente cerca de 500 mil tremores em todo o globo, sendo que só nos Estados Unidos ocorrem de 12 a 14 mil terremotos anualmente (ou seja, aproximadamente 35 por dia).  

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. (Mateus 24.9)    

Jesus exortou aos cristãos que se declarassem seu nome diante das nações e vivessem de acordo com os seus ensinamentos eles seriam odiados, assassinados e traídos. A realidade atual difere muito dos primórdios da igreja, época na quais grandes perseguições, prisões, torturas e assassinatos faziam parte da vida da grande maioria dos cristãos. Porém a proximidade da volta de Jesus Cristo alerta para o crescimento das perseguições ao seu nome.  “Bem aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino do céu”. (Mateus 5.10). Hoje pelo menos 200 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação por causa de suas crenças religiosas.

De acordo com o anuário, alemão "Maertyrer 2007" (Mártires 2007) publicado pela agência de notícias evangélica “Idea”, em Wetzlar, em parceria com a Aliança Evangélica Alemã e a Sociedade Internacional para Direitos Humanos um em cada dez cristãos está sujeito a restrições severas ou a um estado de guerra. Uma elevação dos atos de violência dirigidos a cristãos foi registrada na Índia e no Paquistão. Alguns cristãos paquistaneses são confrontados com a escolha de se converterem ao islã ou serem expulsos de onde moram.

A perseguição aos cristãos tornou-se assunto para estudos e pesquisas. O Órgão Missionário Portas Abertas publica anualmente uma lista com os países líderes em perseguições. Encabeçando esta lista, encontra-se a Coréia do Norte, nação comunista e reclusa. Não há outro país no mundo no qual os cristãos sejam perseguidos de forma tão horrível e incansável, em virtude da absoluta falta de liberdade religiosa, que se intensificou em 2006.

O reino dos wahhabistas da Arábia Saudita assegura um sólido segundo lugar, seguido de perto pelo Irã, um país regido pela sharia, o código legal do Alcorão. O islamismo é a religião oficial nesses países, bem como na Somália e nas Malvinas, países que sustentam, respectivamente, a quarta e quinta posição. Prova de que a perseguição aumenta é o aparecimento do Iêmen aparece pela primeira vez na sexta posição com um aumento de um ponto, ultrapassando o Butão e o Vietnã, que ocupam, respectivamente, a sétima e a oitava posições. Cristãos continuam sendo martirizados ao redor do mundo, mas poucos cidadãos de nações livres, especialmente os norte-americanos, estão atentos à difusão da perseguição religiosa. "Os cristãos livres não percebem quão afortunados são", observa Jim Jacobson, presidente de Liberdade Cristã Internacional (CFI, sigla em inglês).

Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão. (Mateus 24.10)

E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. (Mateus 24.12)

Esta passagem alerta para proximidade da consumação dos séculos. A Igreja do Senhor vive um tempo de grande vigília. Líderes ungidos pelo Espírito Santo programam grandes estratégias visando preparar o rebanho do Bom Pastor. A apostasia tornou-se uma grande preocupação, ela tem o poder de endurecer corações, levando ao pecado e à falta de arrependimento.

O grande alarde não é a falta de amor do mundo e sim a crescente frieza nas igrejas, nas quais os cristãos vivem rodeados por todos os tipos de pecados e perversidade e muitos permitem que este contato esfrie seus corações. O esfriamento desses corações dá espaço ao não cumprimento da sã doutrina, levando assim à desobediência aos ensinamentos do Cristo. Como resultado dos problemas no mundo, do falso ensino, dos falsos profetas e da enganação, o amor de muitos já esfriou. O pecado está em toda parte e é aceito. A sociedade e as pessoas em geral amam mais as trevas do que a luze isso pode ser observado não só secularmente, mas também na igreja.

A palavra de Deus ensina que haverá uma grande apostasia nos últimos dias. Mas muitos falsos profetas pregam que haverá um grande “reavivamento”. A atual apostasia prepara o caminho para um sistema religioso mundial. A liberdade religiosa dá espaço a todo tipo de seitas. O reavivamento das “falsas religiões” será um grande movimento ecumênico que unirá todos os tipos de falsas religiões em uma só.

A diferença entre o fiel cristão e o apóstata é que o primeiro se prepara para morar com o Senhor, enquanto o segundo para reinar na terra. A Bíblia alerta: o mundo não caminha para um grande reavivamento; ao contrário, caminha para uma grande apostasia.

A cada dia nossa sociedade mergulha em notícias de escândalos de corrupção, prostituição, guerras em família, incredulidade generalizada, assassinatos, roubos e tráfico de drogas. As escrituras de Deus declaram: “Atenta para o teu concerto, pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de crueldade”. (Salmos 74.20)

Pessoas vivem suas vidas como se Deus não existisse. Com isso planta-se vento e colhe-se tempestade. As feridas da sociedade são expostas para todos, hoje o pecado de um é o pecado de todos. O declínio moral e do caráter revelam crimes bárbaros só vistos em tempos de guerra.

No Brasil, a cada doze segundos uma pessoa é assassinada. A cada minuto uma pessoa morre assassinada no mundo. O mundo jamais registrou um número tão elevado de suicídios: a cada 4 segundos uma pessoa tira sua própria vida. Psicólogos afirmam que a grande competitividade, a falta de uma família estruturada e de uma crença são fatores relevantes para esta fatalidade: é a ciência provando que corações frios geram a iniqüidade.

Outro fator revelador da falta de amor é o crescimento do parricídio, do matricídio e do fratricídio. Antigamente visto como sagradas, hoje as famílias vêm se destruindo. O aborto, antes considerado crime, já é protegido por lei em muitos países, a sociedade mata seus bebês. O homossexualismo segue o mesmo caminho, e já é considerado normal. Os homossexuais que viviam escondidos, hoje exigem seus direitos.

Os que amam as coisas deste mundo, ou seja, as iniqüidades, não vêem problemas no adultério, nas drogas, no tabagismo, na mentira e na idolatria. Tudo isso porque não enxergam, estão cegos.

Mas quem está fora deste círculo de pecado é como uma pequena faísca de luz, que geme e clama diante das atrocidades deste mundo.  Os clamores dos filhos de Deus são no sentido de ansiar pela vinda do amado Messias.

E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus 24.14).      

A última profecia a se cumprir antes da vinda de Cristo, será o reino de Deus espalhado e pregado pelo mundo inteiro. A Bíblia é hoje o livro mais difundido e mais traduzido em todo mundo. Quase todos os povos podem obter a mensagem de Deus na sua própria língua. A Bíblia está em parte ou no seu todo, traduzida para mais de 2 mil línguas e idiomas. O aviso de Deus e a sua vontade são acessíveis a cada homem, para que esse possa aceitar a salvação gratuita do Todo Poderoso. São poucos os países do mundo que não tenham ouvido falar do evangelho do amor, a doutrina de Jesus. A igreja mobiliza-se com o esforço de missionários e pastores em trabalhos conjugados de evangelização pessoal, evangelização global, cruzadas, missões nacionais e internacionais, oração individual e coletiva. Planos e metas são traçados visando levar ao mundo as boas novas.  O cristianismo é atualmente a religião com maior número de adeptos, presente em todos os continentes. As projeções dizem que em 2050 existirão no mundo pouco mais de três bilhões de cristãos, correspondendo a 34,4% do total da população mundial, calculada em 9 bilhões de pessoas.

O próprio Jesus declarou que o arrebatamento aconteceria somente depois que todos os povos tomassem conhecimento da verdade evangélica. Isso não elide a possibilidade de estarmos no "princípio das dores”. Considere que Paulo e Lucas, logo após a ascensão de Jesus aos céus, pregaram o evangelho em toda a Ásia e parte da Europa.

“E durou isto por espaço de dois anos; de tal maneira que todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus, assim judeus como gregos.  (Atos 19.10)”.

Suponha que se Paulo conseguiu pregar o Evangelho em toda Ásia em apenas dois anos, hoje, com todos os meios de comunicação disponíveis (rádio, televisão, panfletos, internet) o evangelho pode alcançar muitos os povos em um espaço de tempo de uma semana ou menos, utilizando a tecnologia existente.

Tudo indica que esta profecia também já está se concretizando e quando isso acontecer, os salvos serão arrebatados pelo Senhor, para estar em Sua presença por toda a eternidade. O Arrebatamento constitui a primeira etapa da Segunda Vinda de Jesus Cristo.

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. (1Tessalonicenses 4.17)

O arrebatamento da Igreja só será percebido porque milhões de pessoas desaparecerão da face da terra (os salvos).  Cristo não será visível neste momento para os que aqui ficarem, pois essa ainda não é a segunda vinda de Cristo.

A segunda vinda do Salvador só ocorrerá após todas as profecias serem cumpridas. Muitas dores serão sentidas até o regresso do Senhor. Finalmente, após os sete anos de Tribulação, Jesus conclui seu retorno aparerecendo a todas as nações da terra.

"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem." (Mateus 24.27)

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

A profecia abordada neste artigo é alvo de inúmeros e vigorosos debates entre estudiosos. Porém, embora haja divergências a respeito do significado de “fim” contido no versículo 14 de Mateus 24, um fato é claro: Jesus voltará e seu retorno deve ser aguardado com fidelidade.

Enquanto Ele não retorna as conseqüências dos pecados da humanidade são sofridas, havendo guerras, fomes, doenças e terremotos. As dores anunciam a vinda do Filho do Homem. Os acontecimentos modernos são as evidências da volta de Jesus. Enquanto isso não ocorre, a profecia contida no sermão do Monte das Oliveiras é fonte de grande esperança e forte significado para os crentes de hoje que devem vigiar, pois não se sabe “nem a hora em que o Filho do homem há de vir” (Mateus 25.13).

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